Fonte: Você S/A
A partir dos 30 anos de idade, há mais fatores que têm de ser levados em conta antes de dar uma basta ao emprego. A família e o equilíbrio nas finanças são os principais fatores que dificultam a transição.
Além disso, nessa etapa da vida o profissional já construiu um breve histórico de realizações, angariou alguma experiência e está no momento de começar a capitalizar essas conquistas.
Por isso, deixar a carreira nesse momento é uma decisão difícil. É geralmente nessa fase que começam a aparecer as oportunidades para assumir desafios maiores: liderar equipe, unidade de negócios e projetos estratégicos. Para quem está em sintonia com o chefe, se sente reconhecido e satisfeito com a empresa, a sensação é de que tudo vai bem e o céu é o limite.
Por outro lado, é por volta dos 30 que começam a pintar as primeiras crises relacionadas à carreira. O sentimento é mais latente para os que não estão onde gostariam de estar (cargo, área ou empresa). A moeda de troca também muda.
Se, antes, você aceitava ganhar menos em troca de aprendizado, agora o salário — o reconhecimento financeiro — ganha importância. Há ainda uma preocupação maior com o equilíbrio entre a agenda profissional e a pessoal. Quando esses elementos não estão alinhados aparece a comichão da mudança. Como lidar com a situação?
A psicóloga Mariá Giuliese, autora do livro O Jogo da Transição – Sua Carreira em Movimento (Ed. Saraiva), afirma que não há nada de errado em querer experimentar outro caminho. “É importante olhar para si mesmo e descobrir o que está acontecendo.” Mariá alerta também que familiares e amigos não são bons conselheiros.
“Eles são pautados pelos estímulos emocionais e morrem de medo de o novo desafio não dar certo.” Para auxiliar o profissional no momento da mudança, Mariá indica um coach, que terá uma visão mais estruturada e bem planejada. “A pessoa que entra no processo de mudança não fica preocupada com o tempo perdido na primeira carreira. Ela tem medo de estar equivocada.”
Se você não tem acesso a um coach, procure alguém mais experiente, que seja de sua confiança. Você vai saber que a conversa foi produtiva quando as perguntas que ele fizer o tirarem da zona de conforto. Para Fabio Saad, consultor da Robert Half, em São Paulo, um opção é mudar dentro da empresa, experimentar outra área que lhe interesse.
Se não há essa oportunidade, a saída é buscar formação na nova área e partir para o mercado. A recolocação pode demorar alguns meses. Por isso, é preciso estar preparado financeiramente. Segundo Daniel Cunha, diretor regional da consultoria Michael Page, de São Paulo, mudar a partir dos 30 é uma decisão corajosa.
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