Nas últimas duas semanas o Sindicato dos Engenheiros reuniu-se com os líderes das bancadas na Assembleia Legislativa reiterando sua preocupação com a flexibilização da Lei de Incêndios, que pode ocorrer com a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 84/2014 que tramita em regime de urgência.
Embora reconhecendo como necessário o aperfeiçoamento da legislação de normas de segurança e prevenção contra incêndios, o SENGE vem alertando para o perigo representado pelo artigo 53 do PLC, que permitirá que servidores sem a devida formação e qualificação técnica dentro do Corpo de Bombeiros possam analisar projetos de PPCI, uma prerrogativa que deve ser resguardada aos profissionais de Engenharia e Arquitetura conforme determina a Lei Federal nº 5.194/66.
A iniciativa de dialogar com os líderes de bancadas partidárias sobre os riscos que essa flexibilização representa para a sociedade faz parte de uma série de ações empreendidas pelo SENGE. A mesma preocupação foi repassada aos demais parlamentares e ao Governador do Estado, e também manifestada à Casa Civil em reunião realizada no mês de abril com o chefe de gabinete Roberto Nascimento e a subchefe jurídica e legislativa Tisiane de Siqueira.
Desde a primeira mobilização do poder público ocorrida após a tragédia da Boate Kiss, o SENGE vem atuando contribuindo de forma ativa no aperfeiçoamento da legislação de segurança e prevenção contra incêndios, integrando inclusive a Comissão Especial instalada pela ALRS, na qual foi representado pelo engenheiro Alexandre Rava Campos. Na ocasião, o Sindicato apresentou uma série de recomendações técnicas que subsidiaram a criação da Lei e, desde o início, manifestou sua discordância em relação a abertura de precedentes para que pessoas sem habilitação técnica continuassem analisando, deliberando e vistoriando projetos. Esta preocupação foi direcionada formalmente ao presidente da Comissão Adão Villaverde e aos demais parlamentares da Assembleia.
Ainda com relação ao PLC que altera a Lei Kiss, o SENGE também tem recomendado a não aprovação do artigo 21 do PLC, que permite que para edificações classificadas como risco médio também possa ser desenvolvido o PSPCI – Plano Simplificado de Prevenção e Proteção contra Incêndio. Esta medida abrange cerca de 80% das edificações, o que significa considerar como risco médio, por exemplo, ocupações destinadas a pneus, aviões, colchões, entre outras.
O Sindicato dos Engenheiros seguirá reunindo todos os esforços possíveis pela revisão destes parágrafos do Projeto Complementar nº 84/2014, que em nome de uma alegada necessidade de simplificação exigida pelos proprietários de estabelecimentos, acarreta riscos ainda maiores à população.
![]() Deputado Frederico Antunes (PP) |
![]() Deputado Miki Breier (PSB) |
![]() Luiz Alberto Albaneze, chefe de gabinete da Bancada do PTB. |
![]() Deputado Raul Carrion (PCdoB) |
![]() Deputado Cassiá Carpes (SDD) |
![]() José Francisco da Luz, chefe de gabinete da Bancada do DEM |
![]() Deputado Carlos Gomes (PRB) |
![]() Deputada Maria Helena Sartori (PMDB) |
![]() Deputados Jorge Pozzobon (PSDB) e Marcio Biolchi (PMDB)
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![]() Hananias Amaral, coordenador geral da bancada do PPS |
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